Priscila Rebequi

Professora assume cargo em Piraju após ação judicial

Mesmo aprovada em concurso público, prefeitura optava por contratações temporárias.
Priscila Rebequi

Professora assume cargo em Piraju após ação judicial

Mesmo aprovada em concurso público, prefeitura optava por contratações temporárias.
Professora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulistaProfessora assume cargo em Piraju após ação judicial - sudoestepaulista
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A educadora Priscila Ferreira dos Santos Rebequi tomou posse no cargo efetivo de professora na rede municipal de ensino de Piraju, na manhã de hoje, 24 de março. A nomeação de Priscila só foi possível após um processo na Justiça que condenou a prefeitura a convocá-la para o cargo.


Aprovada no cadastro reserva do concurso público nº 01 de 2016, Priscila não tinha sido convocada para assumir o cargo de professora durante os quatro anos de vigência do concurso. Nesse período, a Prefeitura de Piraju realizou diversas contratações temporárias através de processos seletivos para preencher as mesmas vagas e funções do concurso.


O Juizado Especial da Fazenda Pública de Piraju acolheu a tese da preterição arbitrária e determinou que a prefeitura de Piraju procedesse a posse e nomeação da professora para o cargo de professora PEB I, sob pena de multa de até R$ 20.000,00.


O Magistrado Acaua Muller Ferreira Tirapani acatou a tese da professora e, na sentença, acentuou que “a mera expectativa de direito gerada pela aprovação em concurso público se transforma em direito subjetivo à nomeação, diante da abertura de processo seletivo para função administrativa com a mesma natureza e atribuições do cargo público constante do edital”.


Como o processo já transitou em julgado, a prefeitura teve que cumprir a ordem judicial para designar a escola e atribuir uma sala de aula para a professora Priscila Rebequi, que foi defendida pelo escritório Ortega, Oliveira, Gomes, da cidade de Avaré.