O aposentado Antônio Genez Parize, 102, foi homenageado durante uma solenidade em comemoração à Revolução Constitucionalista de 32. O ato da Polícia Militar (PM) aconteceu em Sorocaba.
Parize foi coroinha no front em Fartura durante o conflito armado entre paulistas e as tropas de Getúlio Vargas.
O tieteense que vive em Avaré desde a década de 30 relatou a passagem e um pouco de sua trajetória.
Dono de um bom humor e de uma vitalidade impressionantes, o aposentado ainda presenteou lideranças militares com a biografia lançada na ocasião de seu centenário.
O livro foi escrito pelo jornalista Flávio Mantovani, editor do Fora de Pauta.com, de onde este texto foi extraído.
Parize foi alfaiate e juiz de casamentos, construiu família e participou ativamente da comunidade católica em Avaré. Em 2014, ele recebeu o Título de Cidadão Avareense, homenagem dirigida a pessoas que contribuíram para o desenvolvimento local.
Figura bastante conhecida e querida dos avareenses, o aposentado Antônio Genez Parize celebra seus incríveis 103 anos, no próximo dia 4 de agosto.
De acordo com dados da Polícia Militar, a Revolução Constitucionalista foi um movimento armado iniciado em 9 de julho de 1932 que defendia uma nova Constituição para o Brasil. Cerca de 10 mil homens da Força Pública, atual PMESP, embarcaram para as periferias do Estado, guarnecendo os 5 setores de luta (Sul, Norte, Leste, Litoral e Mato Grosso), fronteiriças com o Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Durante quase quatro meses, os paulistas entraram em confronto com tropas fiéis a Getúlio Vargas e, isolados, foram derrotados. O levante não foi em vão, pois, em 1934, era promulgada a nova Constituição brasileira.
Antonio Parize sendo homenageado pela Polícia Militar – Foto site foradepauta














































