Capitão Roberto Gregório recebendo a Medalha Challenger Coin, das mãos do Coronel Sidney Vieira - home

Farturense e Capitão Roberto Gregório é condecorado pela Polícia Militar

Agora na reserva, o pai de família se destaca como ativista social, atuando como presidente da Santa Casa de Misericórdia.
Capitão Roberto Gregório recebendo a Medalha Challenger Coin, das mãos do Coronel Sidney Vieira - home

Farturense e Capitão Roberto Gregório é condecorado pela Polícia Militar

Agora na reserva, o pai de família se destaca como ativista social, atuando como presidente da Santa Casa de Misericórdia.
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Mais um daqueles farturenses de estirpe que se destacou em sua carreira, em sua trajetória. Roberto Gregório do Prado, ou Robertinho, como era chamado quando garoto (até hoje pelos mais íntimos), recebeu o reconhecimento profissional, nesta terça-feira, 23.


Em sua postagem nas redes sociais, o militar e ativista social escreveu: “Agradeço ao Sr Cmt do 7º BPM/I, Coronel Sidney Vieira, pela concessão da Medalha Challenger Coin, do 7º BPM/I. Foi uma satisfação enorme ser reconhecido e agraciado pelo Comando desse centenário Batalhão de Caçadores.”


Segundo o próprio Roberto, que falou via rede social com a reportagem do Portal do Sudoeste Paulista, o Batalhão de Caçadores foi a primeira nomenclatura do Sétimo Batalhão de Polícia Militar do Interior, de Sorocaba.


O Capitão da Polícia Militar, agora com 56 anos, é um ativista social em sua terra natal.


Ativista social porque o militar assim que entrou para a reserva, ativou seu lado social e assumiu a grande responsabilidade de colaborar com a Santa Casa de Misericórdia, de sua cidade natal.


Roberto Gregório chegou na Santa Casa ainda em março de 2017, dois meses após entrar para a reserva. Por dois mandatos serviu como Tesoureiro e atualmente está em seu segundo mandato como presidente da entidade mais importante do município.


O Pai de Família


O pai de família, casado com Marinéia Garbelotti Do Prado, também de uma família de grande proeminência na cidade, é pai da Gabriela, da Giulia e do Jonas, casado com Julia, união que gerou à Roberto o título de “Vovô Coruja”, com a chegada da neta Maria Ester.


A trajetória do Capitão Gregório


Roberto Gregório entrou para Polícia Militar em 1989, trabalhando na capital São Paulo, área do centro. Em 1993 foi transferido para o interior, primeiro para Taguaí e depois para Fartura.


Roberto retornou para São Paulo em 1999 para fazer o Curso de Sargento, e por lá permaneceu, atuando no Comando de Policiamento da Capital, até 2002, quando foi para o CPI/7, em Sorocaba.


De lá, o militar foi transferido para Itaporanga e depois Coronel Macedo, ficando até 2006, sendo transferido novamente para Taguaí, de onde mais uma vez retornou para São Paulo, isso em 2008.


Na capital Roberto Gregório esteve por dois anos na APMBB (Academia de Polícia Militar do Barro Branco), se tornando 2º Tenente.


Nesse posto, foi trabalhar em Itapeva, onde ficou pouco tempo. Logo chegou em Avaré, no 53º BPM/I, permanecendo até 2015. Promovido a Capitão, o farturense foi voltou para o CPI/7 – Sorocaba, onde permaneceu até o final de sua carreira militar.

Farturense e Capitão Roberto Gregório é condecorado pela Polícia Militar - sudoestepaulistaCapitão Roberto Gregório sendo cumprimentado pelo Coronel Sidney Roberto Vieira Gomes, após ser condecorado