Vereadores de Fartura durante a primeira sessão camarária de 2020

Vereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação

Com o voto minerva do presidente da Casa, Isnar dos Santos, placar ficou em 5 a 4
Vereadores de Fartura durante a primeira sessão camarária de 2020

Vereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação

Com o voto minerva do presidente da Casa, Isnar dos Santos, placar ficou em 5 a 4
Vereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulistaVereadores da bancada de apoio salvam prefeito de Fartura da cassação - sudoestepaulista

Não adiantou os vereadores de oposição esbravejar, reclamar e também suplicar pelo apoio dos demais pares para que o processo de cassação do prefeito de Fartura fosse adiante. Nesta primeira sessão do ano, na noite desta quarta-feira, 5, era esperado o plenário lotado, mas pouca gente compareceu, entretanto, mais de 200 pessoas acompanharam a transmissão via Facebook.

Os mais entendidos de política, ou seja, os politizados, sabem que quando cabe aos parlamentares julgar, o julgamento é político e desta vez, não foi diferente. Depois dos votos ficarem empatados, como já era o esperado, coube ao presidente da Casa decidir e, como Isnar do Caminhão é da base situacionista, votou pelo arquivamento da denúncia impetrada pelo farturense Ronaldo Aparecido de Campos.

A denúncia levada à Câmara Municipal, embasada numa ampla investigação da promotoria de Justiça de Fartura, onde o prefeito é acusado de estar envolvido em um esquema de corrupção que lesou os cofres municipais, pedia a cassação do alcaide. O caso refere-se a compra das lajotas para a urbanização dos bairros Jardim da Serra I e II, onde tanto promotoria, como vereadores de oposição, alegam que existe uma grande quantidade de provas que condenam Tinho.

Votaram para livrar o prefeito: Antonio Doriveti Gabriel (PPS), Décio Martins de Freitas (PPS), João Alexandre Buranello Sobrinho (PSDB), João Carlos Rizzo (PSDB) e, o presidente do Parlamento, Isnar Manoel dos Santos (PRB).

Votaram a favor do processo de cassação do prefeito: Bruno Guazzelli Durço (PSD), Anderson Luiz Cassiano de Lima (PEN), Edson Aparecido Silva (DEM) e Fernando Emíio Bertoni (PV).

Importante ressaltar que, apesar do pedido de cassação do prefeito não ter ido adiante, politicamente falando, um processo contra o prefeito ainda corre na esfera judiciária, podendo o prefeito Tinho Bortotti ser condenado e ter de devolver, do bolso, o dinheiro supostamente extraviado dos cofres da Prefeitura Municipal de Fartura, além de ter seus bens políticos cassados por cerca de 8 anos.