A proposta de deleção premiada do avareense Roberto Augusto Leme da Silva, o agora famoso “Beto Louco” está com a Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo, onde espera análise do procurador-geral Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. Se aceita, muitas caras famosas e importantes serão expostas.
Segundo a Revista Oeste, a delação não inclui políticos nem autoridades com foro privilegiado, envolvendo somente agentes públicos de âmbito estadual, como servidores e magistrados que estariam envolvidos no esquema criminoso que atuava no setor de combustíveis, investigado pela Operação Carbono Oculto.
Como condição importante para que o acordo de deleção seja homologado, Beto Louco investigado por fraude fiscal, sonegação de tributos e lavagem de dinheiro, aceitou devolver ao erário público, quantias milionárias.
Essa questão, diz a mídia, se tornou ponto principal para o aceite da deleção por parte do Ministério Público. Em acordos de delações o que costuma travar as negociações é justamente a devolução de valores.
O criminoso chamado pela mídia de empresário, já teve uma proposta de delação rejeitada pelo PGR em 2025, mais precisamente por Paulo Gonet, porque incluía autoridades do alto escalão da república, com foro privilegiado.
A nova versão, ainda conforme o revelado pela Revista Oeste, ajusta para delatados somente na área de competência do Ministério Público do Estado SP, evitando assim Brasília, que está emergida no caos, na infame absoluta.
Operação Carbono Oculto
A operação deflagrada em agosto de 2025 pela Receita Federal e órgãos parceiros, é uma das maiores investigações da história brasileira contra a lavagem de dinheiro, focada na infiltração do PCC no setor de combustíveis. O esquema movimentou R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, usando fintechs e fundos para ocultar lucros. Fonte IA Google
















































