Cansado de apanhar idoso perde a cabeça e mata próprio filho

Homem estava preso por vários crimes e havia conquistado benefício da lei; em liberdade, agredia constantemente seus pais.

Cansado de apanhar idoso perde a cabeça e mata próprio filho

Homem estava preso por vários crimes e havia conquistado benefício da lei; em liberdade, agredia constantemente seus pais.
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As vezes a benevolência quase sem limites da lei brasileira, em vez de beneficiar positivamente o criminoso e a sociedade, acaba sendo o contrário, causando verdadeiras tragédias familiares e sociais. Em Avaré, um criminoso beneficiado pela “lei”, aproveitou a liberdade para constantemente agredir seus genitores, até que seu pai perdeu a cabeça.


De acordo com o Boletim de Ocorrências que o Portal do Sudoeste Paulista teve acesso, policiais militares apresentavam o registro na Central de Flagrantes, como “morte suspeita”, quando foram surpreendidos pelo próprio “assassino”, que se apresentou, por livre e espontânea vontade e confessou o ato.


Elias de Souza, 32 anos, usuário de drogas e com passagens criminais por furto qualificado, estelionato, violência doméstica e roubo, estava preso na PII de Avaré, de onde saiu em 31/08, mediante concessão de liberdade provisória, até ser morto pelo próprio pai, por volta do meio dia, desta terça-feira, 28/09.


Segundo relatado no documento policial, antes do pai e autor, um idoso de 77 anos se apresentar, os policiais ouviram de uma irmã da “vítima” e criminoso contumaz, que seu pai havia ligado dizendo: “filha vai em casa para ajudar sua irmã e sua mãe, o pai fez uma besteira”.


Quando essa irmã chegou em casa encontrou Elias inconsciente com marcas de agressão na cabeça, no rosto e no pescoço. O SAMU foi logo acionado, porém a vítima não chegou com vida ao Pronto Socorro.


O pai disse em depoimento que seu filho, desde sua saída da cadeia não dava sossego em casa, que agredia constantemente tanto ele, pai, como sua mãe.


Foi solicitado perícia no local e exame necroscópico para a vítima. O infeliz pai, após realizar suas declarações foi liberado, pois foi entendido pelas autoridades que ele teria agido em defesa de si, como de sua esposa, que também prestou declarações.