Talvez o problema de caixa não seja tão grave quanto denota o assunto, mas é sabido que a segurança pública, a exemplo da saúde e educação, sempre foram renegados a segundo plano pelas lideranças políticas passadas, afinal é preciso ter bandeiras a se defender durante as eleições.
Mas para os mais atentos, entrelinhas até mesmo de parcas notícias se pode tirar um pedaço da verdade ainda vivida dentro das autarquias públicas, mas aquelas menos desejadas.
Essa afirmação é constada pela suma informação dada pelo Expresso Piraju, do jornalista Diego dos Reis. Em pleno século XXI, com o governo federal regozijando soberania, a pintura do prédio do 1º Distrito Policial de Piraju, só foi possível porque o delegado vendeu sucatas.
Conforme o reportado por Diego em sua página nas redes sociais, o serviço foi possível através da venda de sucatas que estavam abandonadas na unidade.
O delegado Gean Lucas Marcon Batista, com apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público, comercializou o inservível, talvez através de leilão, isso não foi dito, mas que a venda permitiu que a Polícia Civil adquirisse o material necessário para a pintura.
Para conseguir fechar o orçamento da revitalização, a polícia judiciária também contou com a doação de materiais. Quanto a mão de obra, o serviço foi executado pelos próprios policiais, ainda em acordo com o relatado pela mídia de Piraju.

Delegacia de Polícia Judiciária de Piraju, após a pintura – Imagem Expresso Piraju









































