Desgoverno Doria revolta paulistas com seu maquiavélico Pacote de Ajuste Fiscal - sudoestepaulista

Desgoverno Doria revolta paulistas com seu maquiavélico Pacote de Ajuste Fiscal

Fiesp elaborou uma lista, que detalha os aumentos na carne, leite, combustíveis e até gás de cozinha.

Depois do “fique em casa”, exceto nas eleições e durante as festas de fim de ano, agora o Governo Doria, magistralmente apoiado por toda sua bancada de deputados na ALESP, manda a ardilosa conta para o trabalhador pagar, o mesmo que ficou e está em casa, mas com seus negócios e empregos paralisados.

Mesmo recuando na redução dos incentivos aos produtos do agronegócio, no dia 14 último, temendo um imenso e planejado “tratoraço”, por todo o estado, e mesmo, declarando em alto e bom som, que não aumentaria impostos, Doria como um perfeito político aristocrata que é, trai a todos e mantém sua sanguinária sanha em mandar a conta para o trabalhador.

Dória não só descontenta seus eleitores, como todas as classes sociais e trabalhadoras do estado e sua palavra, agora, não vale mais que um centavo. E pior, se o desgovernado governador insistir, coloca todo o estado em flerte com o caos. Associações Comerciais da região estão agindo. Exemplo a ACIAT de Taguaí, que convocou para as 18h dessa terça-feira, 27, uma carreata contra as medidas de fechamento do comércio.

Prefeitos estão sendo obrigados via MP, a publicar decretos e fiscalizar o fechamento do comércio, causando grandes confusões e reações acaloradas por parte de comerciantes. Em Sorocaba, o prefeito junto de grandes frentes de direita, convocam um manifesto para próximo dia 30, onde pedirão o impedimento de Doria. Centenas de motoristas de caminhão frigorífico fizeram hoje manifestação em São Paulo.

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afirmou que “os decretos sobre ICMS, são uma decepção para todos os contribuintes do estado”. “Os três decretos publicados são um tímido recuo diante da ruinosa tragédia fiscal que o governo Doria quer colocar em prática’, diz a nota.

“Pressionado pela ameaça de protestos, o governador João Doria havia se comprometido publicamente a rever a alta generalizada de impostos. Chegou a dizer que não permitiria que a “população mais vulnerável” fosse penalizada com o aumento da carga tributária”, diz a nota da Fiesp. “Infelizmente, o que o governador Doria fala, não se escreve.”

As medidas tomadas por Dória afetam produtos como derivados de leite, carne, insumos hospitalares (inclusive seringas) e insumos das indústrias, tornando a vida paulista em geral, ainda mais dura. Segundo a Fiesp, “viver em São Paulo ficará mais caro. Produzir em São Paulo ficará mais caro. Gerar empregos em São Paulo ficará mais caro”.

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) fez um levantamento estimando os aumentos que o consumidor vai pagar a mais. São produtos como carnes, leite, gás, óleo diesel e eletrônicos. Veja a lista completa abaixo.

De acordo com o divulgado hoje pelo OUL, a Abrasel-SP (Associação de Bares e Restaurantes) entrou na Justiça contra o governo de São Paulo pela alta na cobrança de ICMS imposta ao setor. A entidade alega que o aumento é “irregular e abusivo” e pede a suspensão da medida, devido a “falência econômica que o setor enfrenta”. É saltante aos olhos que os estabelecimentos de bares e restaurantes são justamente as empresas que estão mais fragilizadas e que foram mais penalizadas pela quarentena.

“Qualquer aumento de imposto no país é abusivo, pois o poder público já arrecada 37% do que é produzido e retorna com serviços precários. Estamos indignados com aumento de impostos em um momento em que milhares de empresas estão fragilizadas, sem poder jogar sobre o preço mais esse ônus, sendo crueldade também com o consumidor. No final o governo arrecadará menos ainda, pois empresas quebrarão e outras irão para a informalidade”, diz Joaquim Saraiva, presidente do Conselho de Administração da Abrasel-SP.

O famigerado Pacote de Ajuste Fiscal, chancelado pela ALESP, aumenta a carga tributária do ICMS das operações hoje beneficiadas com carga tributária menor que 18%. O aumento do imposto no Estado de São Paulo, autorizado pela Lei nº 17.293/2020, entrou em vigor no último dia 15 de janeiro.

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