Maior seca em quase 100 anos? Alerta de emergência hídrica exige reflexão - sudoestepaulista

Maior seca em quase 100 anos? Alerta de emergência hídrica exige reflexão

Estudo realizado por órgãos federais, aponta que Estado de São Paulo pode sofrer grandes consequências.

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De acordo com um comitê de órgãos do governo federal, cinco estados brasileiros, entre eles São Paulo, enfrentam a pior seca em 91 anos. A situação resultou em um alerta de emergência hídrica. Além da falta de água nas torneiras de casa, a estiagem já é apontada como responsável pelo aumento da conta de luz e coloca o país sob risco de apagão.


“Há uma demanda crescente pelo uso de água e, com isso, uma degradação cada vez maior dos nossos recursos hídricos. Portanto, ações e novas técnicas de preservação ambiental que possam reduzir ao máximo esses impactos são muito valiosas e urgentes”, diz Leo Cesar Melo, CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis, ao alertar para a necessidade de se repensar a gestão da água e, principalmente, de buscar fontes alternativas para o uso desse bem natural.


De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), até 2030 o planeta deve enfrentar um déficit de água de 40%. Uma das alternativas apontadas pelo executivo para reverter esse quadro é a captação e tratamento da água da chuva. Além de gerar uma economia que pode chegar até 50% do consumo de água, tanto de uma residência como de uma indústria, a medida gera impactos positivos ao meio ambiente.


Como exemplo, a Allonda projetou, construiu e está operando uma Estação de Tratamento de Águas Pluviais (ETAP) em um terminal portuário no Espírito Santo, em uma área de 110 hectares, com capacidade de 4 mil m³/h de tratamento, o equivalente a quase duas piscinas olímpicas por hora. Uma das vantagens de um empreendimento como esse está na sua área de captação, com centenas ou até milhares de metros quadrados de cobertura, permitindo um volume muito maior de coleta e tratamento.


Melo, no entanto, explica que o tamanho da ETAP e os equipamentos empregados no projeto podem variar de acordo com a necessidade de cada indústria, além de outros fatores. “Desde a incidência de chuva no local, passando pela armazenagem e destino final da água, tudo deve ser devidamente estudado para alcançar um resultado melhor de aproveitamento”, conclui CEO da Allonda.

Colaborou: Ex-Libris Comunicação Integrada  |  Assessoria de Imprensa da Allonda   |   Jornalistas: Marco Berringer, Edmir Nogueira, Emilly Santos e Ian Pellegrini

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