Mulher com apêndice inflamado é diagnosticada como 'ansiosa' no Pronto Socorro de Avaré - sudoestepaulista

Mulher com apêndice inflamado é diagnosticada como ‘ansiosa’ no Pronto Socorro de Avaré

Cidadã não se calou e expos o descaso na web; após médico novato a liberar, outro assumiu o caso e a operou, salvando sua vida.

Erros médicos são mais comuns do que se imagina, descaso é praxe em unidades de saúde pública, e quando se fala no mal administrado Pronto Socorro de Avaré, não é diferente. Neste fim de semana uma avareense, após se recuperar de uma cirurgia e ser salva por um bom médico, desabafou nas redes sociais.


Antes de descrever a denúncia da mulher que por pouco não perdeu a vida pelo descaso de um médico recém-formado, importante ponderar que ela ilustra sua postagem com uma imagem da Santa Casa, no entanto, o problema é no Pronto Socorro, o qual ela descreve erroneamente como UPA.


Segundo a denunciante que não vamos relevar sua identidade, ela procurou há cerca de 20 dias, o PAC (diga-se Pronto Socorro), de Avaré, com fortes dores abdominais. “Cheguei gritando de dor, coloquei meus documentos na recepção e entrei na área da enfermagem, gritando por socorro.”


Pelos enfermeiros a avareense só tem a agradecer, diferente do ‘doutor’ que a atendeu. Com o tal médico acionado, ela foi medicada inclusive com morfina, mas a dor insuportável não passava.


Exames como raio x e hemograma foram feitos, no entanto, o aparelho de tomografia estava quebrado, conforme foi dito à paciente.


Após os exames, o médico que também não vamos revelar a identidade, teria dito que a mulher não tinha nada, a não ser um estado de ansiedade. Foi quando a denunciante alega que viu o médico fazendo um sinal à enfermeira insinuando que ela era louca e se tratava somente de um estado emocional.


Segundo essa avareense, o médico que a atendeu com desdém naquele Pronto Socorro, em seu consultório particular, o tratamento é outro.


Ela continua seu desabafo, mas acaba errando o alvo. Em vez de criticar a administração do Pronto Socorro, acabou acusando a Santa Casa de Misericórdia que não tem nada a ver com Pronto Socorro, que por sua vez, reitero, é de total responsabilidade da prefeitura.


Ainda conforme a denúncia, a avareense prefere na maioria das vezes ir até Bauru e Botucatu, por puro medo do Pronto Socorro que segundo ela, não tem quartos ventilados, banheiros sem higiene, funcionários exaustos e mão de obra médica inexperiente.


Após passar por horas de drama e dor, a paciente insistiu que não iria embora conforme prescreveu o médico recém-formado, finalmente foi atendida por um experiente doutor que a diagnosticou corretamente.


Ela estava com o apêndice muito inflado e acabou tendo de passar por uma cirurgia de emergência. “Se eu tivesse retornado para casa, talvez não estivesse viva”, desabafou.

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