Parceria Sebrae, FGV e prefeitura quer impulsionar a geração de emprego e renda em Capão Bonito - sudoestepaulista

Parceria Sebrae, FGV e prefeitura quer impulsionar a geração de emprego e renda em Capão Bonito

De janeiro a maio de 2021, Capão Bonito registrou 201 novos empreendimentos no município.

A Prefeitura de Capão Bonito em parceria com o SEBRAE e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizaram na manhã de terça-feira, 06/07, uma palestra direcionada a Fomentação e Fortalecimento do Empreendedorismo Municipal, como forma de geração de emprego e renda. Capão Bonito tem números extremamente positivos no empreendedorismo.
Segundo levantamento do Sebrae, o município tem hoje mais de 3 mil empreendedores gerando empregos e renda na cidade.

Estes empreendedores representam uma fatia importante da economia de Capão Bonito, principalmente nos setores de comércio e serviço.

Durante a palestra, foram abordadas diversas formas de incentivo a quem empreende, como a compra de produtos do Poder Público no comércio local e outras ações.

Atendendo determinação do prefeito Júlio Fernando (Podemos), representantes das Secretarias de Governo, Indústria e Comércio, Educação, Administração e Finanças, Planejamento, Recursos Humanos, Desenvolvimento Social, Obras, Relações Institucionais e outros setores participaram da palestra.

“O objetivo foi divulgar aos gestores de todas as secretarias ações do Plano de Governo Municipal alinhadas com o Sebrae a Fundação Getúlio Vargas que através de seus técnicos estudaram novas estratégias para concretizar este plano nos próximos anos”, explicaram o diretor Anderson Moya e o assessor João Carvalho.

De janeiro a maio de 2021, Capão Bonito registrou 201 novos empreendimentos no município, número apresentado pelo SEBRAE durante a palestra e considerado extremamente positivo na região sudoeste.

“Tem empreendedores acreditando cada vez mais no potencial de Capão Bonito. O objetivo é o desenvolvimento econômico e social da nossa terra através de pilares como desburocratização, fortalecimento das micro e pequenas empresas, geração de emprego e renda e compras públicas. É fato que com o fortalecimento das nossas micro e pequenas empresas conseguiremos acelerar ainda mais o desenvolvimento”, ressaltou o consultor do Sebrae – Eduardo Galvão.

Pesquisa da Serasa Experian com PMEs – Oportunidades geradas pela crise? Isso mesmo. Você leu corretamente.

Pois apesar de quase metade (49%) das micro, pequenas e médias empresas terem sofrido impactos negativos devido à crise gerada pela pandemia de covid-19, 90% delas acreditam que o momento abriu novas oportunidades. Esses são os resultados de uma pesquisa da Serasa Experian que ouviu 521 empreendedores de pequenas e médias empresas.

Para 38% dos empresários, a crise abriu espaço para aprender novas modalidades de vendas, enquanto 33% acreditam que o momento permite empreender e inovar. Já outros 33% aproveitaram o momento para rever parcerias e fornecedores. Mas as oportunidades geradas pela crise não param por aí: 26% dos empreendedores começaram a aplicar estratégias de acordo com o perfil dos clientes; Outros 26% passaram a investir em novas tecnologias; E 21% deles citaram que ganharam mais tempo para focar em planejamento e gestão.

Mais da metade dos empresários, 52,6%, pretende expandir os negócios com o fim da crise e retomada da economia, enquanto 29,2% estimam que conseguirão voltar ao mesmo patamar de antes da pandemia.

Fora os 49% que afirmam ter sofrido os efeitos negativos da crise, 36% disseram não ter tido perdas e 15% conseguiram ter um saldo positivo no período.

A principal mudança estrutural promovida pelas empresas foi a alocação de recursos para trabalhar e atender de forma remota, mencionada por 53,2%, seguida pelos investimentos em tecnologia para as vendas não presenciais (51,7%). Como resume, Cleber Genero, vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas e Identidade Digital da Serasa Experian, “o grande desafio das PMEs foi continuar operando.

A digitalização aconteceu de forma sem precedentes, pelo nível e velocidade, mas ainda com muitas dificuldades, com as pessoas aprendendo no decorrer do processo. Não foi feito de uma forma planejada. As empresas, na verdade, se adaptaram ao contexto”.

Para o diretor de Indústria e Comércio de Capão Bonito – Anderson Moya e o assessor João Carvalho, articuladores de ações da divisão e que participaram da palestra, apesar das dificuldades enfrentadas pelos empresários, lojistas, comerciantes e empreendedores o horizonte é extremamente positivo pós-pandemia em Capão Bonito.

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