Na minha humilde e insignificante opinião, quem deveria usar câmeras são nossos políticos, em sua maioria interesseiros e corruptos, mas como aqui nesse país de pilantras, quem tem de usar são policiais que doam suas vidas em benefício da famigerada segurança pública desnorteada por um judiciário dispendioso, ineficiente e bondoso com o crime. Posso ser punido por ter escrito isso. Democracia!!!!! Soberania!!!!!
Após o STF determinar, a Polícia Militar de São Paulo (PMESP) iniciou em junho de 2025, o uso de câmeras corporais (bodycams) em milhares de policiais, com expansão e atualização tecnológica previstas para todo o ano de 2026, conforme o determinado pelo STF.
Foi o ministro Luís Roberto Barroso, quem homologou o uso obrigatório de câmeras corporais por policiais militares do estado. O anúncio foi feito pelo ministro na sessão plenária de quinta-feira, 8 de maio/25.
Na próxima matéria sobre o assunto, vamos dar detalhes sobre a implantação do sistema na segurança pública da região Sudoeste Paulista, que teve início nesse ano de 2026, tanto pelo 53º BPM/I, sede em Avaré, quanto pelo 54º BPM/I, sede em Itapeva. Por hora, é importante falar sobre a determinação vinda do Supremo Tribunal Federal.
Vejamos o que diz o STF:
Obrigatoriedade
O uso obrigatório de câmeras vale para incursões em comunidades vulneráveis, quando se destinarem à restauração da ordem pública. Ficou também determinado o uso obrigatório das câmeras em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais militares.

Sessão do glorioso STF em que o sistema de câmeras foi homologado
Caso seja necessário o deslocamento de tropas, policiais que usem COPS deverão ser priorizados e, se isso não for possível, é preciso apresentar razões técnicas, operacionais e/ou administrativas que justifiquem a medida, diz o STF.
Funcionalidades
O Estado de São Paulo, representado pela Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, se comprometeu a implementar o acionamento remoto das COPs, por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), quando a ocorrência é despachada, quando o policial comunicar uma ocorrência à central de operações ou em situações obrigatórias (acesso a comunidades vulneráveis e em caso de ataques contra policiais).
O acordo também prevê que o Ministério Público do Estado (MP-SP) deverá ser comunicado mensalmente sobre todos os processos administrativos instaurados. Relatórios semestrais deverão ser divulgados sobre a atividade disciplinar, em razão do uso inadequado de COPs. A previsão é que ao menos 16 mil policiais militares passem a utilizar o sistema.
















































